terça-feira, 10 de maio de 2011

Ainda há uma esperança.


O ser humano difere de todas as criaturas na face da terra em diversos aspectos. Foi dotado por seu criador de uma capacidade especial que o faz ir além, mesmo diante de sentenças máximas apresentadas pela vida. Mesmo quando seu entendimento encontra o inevitável. Deus criou o homem e somente a esses deu a habilidade de nutrir a esperança. Logo podemos entender que a esperança é intrínseca a humanidade. É um atributo que faz o homem semelhante a Deus, dentre outros também atributos presenteado no ato criador. Foi impresso em nós.
 Essa característica age como um dínamo, uma energia motivadora que impulsiona seu portador a resistir, enfrentar e prevalecer diante das intempéries. É um olhar transcendental da realidade que os olhos não podem alcançar. Assim, esse é capaz de ver dias melhores mesmo quando tempestades toldam o sol. É capaz de elevar seu entendimento para uma realidade desejada muito além da sua. Diante desse raciocino lógico aplicado a temática; perder a esperança é perder a essência motivadora para vida, pois a esperança é essencial a existência da vida.
Hoje, circunstâncias do processo natural da vida, têm levado alguns a perderem a esperança. Esses passam a Existir por existir. Vivem sem um propósito maior capaz de tirá-los da inércia chamada zona de conforto. Não ousam mudanças, muito menos permite que essas aconteçam. Porém, é preciso afirmar que para esses ainda há uma esperança. Sempre há uma esperança, pois esse atributo pertence a todos de modo inalienável.
Um marco histórico relatado amplamente nos Evangelhos cita Jesus, o Cristo, cravado em um madeiro pronto para a morte. Uma multidão estava ao redor do terrível quadro, observando o desenvolvimento do agonizante episódio. Muitas expectativas ali se apresentavam. Alguns acreditavam que era apenas mais um homem, agitador da ordem pública e por isso merecedor de sua pena. Para outros era o Libertador de suas opressões sociais e espirituais. Suas esperanças estavam Nele. Não poderia morrer ali junto com a esperança de tantos. Esse não poderia ser o fim. E de fato não foi.
Mesmo depois de inclinar sua cabeça e de declarar que tudo estava consumado, ao terceiro dia Ele ressuscitou. Restaurou a esperança e vivo está. Com isso tornando viva a nossa esperança. Afirmando com toda autoridade que a esperança da humanidade precisa estar Nele. Essa nunca findará. A expectativa de dias melhores precisa passar pelo crivo do Pai, pois esse ato de fé, sinônimo da proposta tratada, garante o final feliz desejado.
Olhar para a cruz e imaginar os supostos momentos finais de Jesus, trás o pleno entendimento que a presença de Deus em nossas vidas nos permite entender a existência de uma continua esperança. Não importa nem mesmo o impossível. Até diante do consumado declarado, não sendo o que Deus preparou, pode esperar, pois ainda há uma esperança.

Graça e paz da parte do nosso Deus. Um grande abraço do seu teólogo amigo.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

O cristão e a modernidade


O Cristão e a Modernidade
A modernidade e seus avanços trouxeram novidades transformadoras para o nosso tempo. Seus inventos impactaram a sociedade e seu comportamento de maneira ainda não entendida de modo pleno. Porém as mudanças não pararam nesses quesitos. Ainda pode-se perceber uma forte influencia comportamental que surgiram a partir dos efeitos da vivencia do homem em seu contato com os inventos modernos.
A modernidade trouxe a eletricidade, os meios de transportes coletivos sobre rodas, a telecomunicação, o imediatismos da informação, a internet, entre outros. Essas fabulosas criações têm demonstrado obter um grande domínio sobre o que o homem espelha em seu meio social. Percebemos um homem mais materialista, com isso mais apegado as coisas dessa terra. Fazem dos inventos modernos suas metas de vida, com isso distanciam-se da proposta espiritual Divina. Porém o Cristão moderno é desafiado por Deus a não ceder diante das abundantes ofertas. (Rm 12: 1 e 2)
Uma evidencia dos impactos da modernidade no homem atual é seu descontentamento com sua aparência. Nunca a humanidade vivenciou uma rejeição tão intensa de sua própria imagem. Para manter a indústria funcionando em seu esplendor somos todos levados a entender que nossa aparência não está boa. Que nossas posses não são suficientes. Que nossa alimentação não é ideal. Isso nos faz pensar que a posse gera felicidade, o que é um grande engano e muito cristãos vivem esse engano, iludidos pelos apelos da modernidade.
Deus nos propõe uma vida cristã de verdade. Onde espiritualidade é o sentido maior da existência. Onde o Senhor é Deus de verdade e não apenas confessado em reuniões dominicais. Vivendo a vontade do Criador pode o homem então olhar par si mesmo e perceber que é tão lindo o quando seu criador idealizou que fosse. Percebe que não precisa do aval do censo comum para sentir-se bem. Entende que sua alegria está em Deus e não no que seu dinheiro pode comprar. Não no que seu espelho diz afetado pelas intangíveis imagens das revistas. Mas olhará para si mesmo como Deus o vê, e verás que mesmo vivendo em tempos difíceis, é possível ser o Cristão moderno que Deus espera que você seja.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Quem sou eu?

Talvez seja essa a pergunta mais dificil para um simples mortal como nós responder, porém é de suma importância que tenhamos algo relevante a dizer sobre o assunto, pois a final é a mais importante de toda nossa vida. Muitos deixam essa questão de lado e vivem uma vida interira sem saber de fato quem são. Essa ausencia de conhecimento interior trás o dilema de passar toda uma existência buscando meios de agradar alguem que nem os próprio sabe quem é de fato. Casam-se. Compram. Vendem. Estudam. Buscam. Vivem e morrem sem entender as razões para existir. Não compreendem quem são, ou até mesmo desistiram de querer saber, pois entendem a tarefa complexa de mais. Ledo engano. Essa deveria ser a quetão mais fácil para ser resolvida por todos que pensam.
A complexidade desse fato foi incutida em nossas mentes, e hoje muito mais. Há uma articulação em nossa volta que  convence a muitos alienados a realidade fantasiarem um mundo ideal que não passa de utopia. A verdade é que não há contentamento sem saber o que nos contenta. Muitos são convencidos pelas propagandas, pelo modo de vida de quem está a sua volta entre outras influências. Por isso esse contentamente é fugaz, efêmero e descontente. Temos e logo não queremos. Desejamos e logo dispensamos, isso por que os desejos que temos não nossos. São imposições que por ausência dos nossos próprios desejos assumem a liderança das nossas vidas. Isso graça pela silêncio diante da pergunta máxima da nossa vida: Quem sou eu? Darei um tempo para sua reflexão sobre esses fatos e voltarei para continuarmos nesse forum. Um forte abraço.