terça-feira, 30 de agosto de 2011

A Parábola do Filho Pródigo (Reinventada pela Igreja Atual)



Lucas 15.11-32  (Segundo a igreja Moderna)

11  E disse: Um certo homem tinha dois filhos;
12  E o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda.
13  E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente.
14  E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades.
15  E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos.
16  E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada.
17  E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!
18  Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti;
19  Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros.
20  E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e, cruzando os braços, aguardou, na varanda, que o filho chegasse.
21  E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho.
22  Mas o pai disse ao seu filho: Por que você fez isso? Por que fez o seu pai sofrer tanto? Entenda, meu filho, eu amo você, mas odeio o seu pecado, por isso tenho que puni-lo. Não é justo que você chegue assim e já tenha regalias, mesmo como um empregado meu.;
23  E chamando os empregados, disse: a partir de hoje quero que fiquem de olho nesse meu filho, para termos prova de seu arrependimento;
24  Se em seis meses ele demonstrar que realmente está arrependido e der frutos desse arrependimento, então nos reuniremos numa assembléia solene para votarmos a sua reinclusão na casa. E começaram a alegrar-se pela justiça do pai.
25  E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, viu todo o alvoroço.
26  E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo.
27  E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai está lhe ensinando a não desobedecê-lo mais e já lhe aplicou a devida disciplina
28  Ele então se alegrou, e sorriu pela justiça feita.
29  E saindo o pai, conversava com ele. Eis que te sirvo tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento. Ainda bem que o senhor foi justo com esse pecador;
30  Se quiser, posso ajudar a vigiar esse teu filho, avisando-lhe caso ele volte a vacilar.
31  E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas;
32  Que bom que você entende a minha justiça e quer me ajudar a executá-la; por favor, vigie seu irmão e, no mínimo sinal de desvio, avise-me, para que meu nome não seja envergonhado por mais esse pecador.

Por José Barbosa Junior   

Palavra do Blogueiro,
É lamentável que homem queira transformar a simplessidade e singeleza da Graça em algo complexo e intangível. O desejo de Deus é apenas alcançar o pecador em seus estado critico de afastamento do Pai e mudar sua história. Isso, sem memórias, sem rancor, sem desconfiança e sem fardor. O texto postado revela a crueldade de uma igreja que embora formada por pecadores, olham com desprezo o seu irmão em igual situação. Uma vez que a Palavra de Deus nos assemelha e diz que todos pecaram e por isso perdemos o direito de acessar a apreseça de Deus, mas pela sua imensa bondade e amor somos regenerados em Cristo Jesus. Diante de Deus somos livres para ser a pessoa que Deus deseja que sejamos e não o que a igreja determina como ideal. Pensem nisso e fiquem na Paz do nosso Deus.

Um grande abraço do seu amigo teologo.

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